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Malefícios do damasco: saiba quando o seu consumo pode ser perigoso

O damasco, pertencente à família das rosaceae, a mesma do pêssego, é uma fruta pouco presente na nossa alimentação, mas que, devido à sua potente carga nutricional, pode fazer muito bem à saúde. Dentre os principais nutrientes encontrados no damasco, podemos citar  vitamina Avitamina E, betacaroteno, minerais como potássio e ferro, além de uma boa quantidade de fibras.

Isso significa que a fruta, originária da China, mesmo sendo pouco consumida entre nós brasileiros, pode ajudar a tratar e prevenir diversos tipos de doenças que possam comprometer o funcionamento do organismo, como é caso do câncer.

Além disso, por conter um baixo teor calórico, sendo capaz de oferecer ao corpo apenas 48 calorias para cada 100 gramas, a fruta é considerada também uma grande aliada do emagrecimento, podendo compor dietas e fazer com que você aí do outro, que está em busca da silhueta magra e perfeita, alcance resultados ainda mais eficientes e rápidos no processo de perda de peso.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios do damasco para a saúde:

  • Melhora a visão;
  • Ajuda na perda de peso;
  • Protege o coração;
  • Aumenta a imunidade;
  • Melhora a saúde da pele;
  • Previne o câncer;
  • Fornece energia ao corpo;
  • Fortalece os ossos;
  • Faz bem para o cabelo;
  • Combate inflamações;
  • Combate a anemia;
  • Previne a prisão de ventre.

No entanto, apesar de todos esses benefícios listados acima, o damasco também pode causar alguns problemas à saúde se ingerido em situações específicas ou quantidades inadequadas. Por isso, nos próximos parágrafos desse artigo, você vai aprender quais são os principais malefícios do damasco e como evitá-los ao incluir a fruta no cardápio diário. Vem comigo!

Quando o damasco pode fazer mal?

Existem alguns casos especiais em que o consumo do damasco pode ser prejudicial à saúde, que incluem:

Reduz a pressão arterial

Consumir damasco, especialmente em sua versão seca (desidratada), pode reduzir a pressão arterial, o que significa que pessoas que sofrem com pressão arterial baixa não devem inseri-lo no cardápio sob nenhuma hipótese, a não ser que converse com um médico previamente.

Além disso, pacientes diabéticos, que possuem tendência a estar acima do peso, também devem evitar consumi-lo ou fazer isso em quantidades moderadas, sendo a recomendação principal a de consultar um médico antes de iniciar qualquer tratamento com a fruta.

Excesso é perigoso

Mesmo em pessoas saudáveis, não é recomendado consumir o damasco em excesso. Isso porque, assim como acontece com outros alimentos presentes na nossa alimentação, o exagero pode atrapalhar o bom funcionamento do organismo.

A dica dos especialistas é para que se consuma uma quantidade diária de até 100 gramas, o equivalente a 5 ou 6 damascos médios em sua versão seca (desidratada).

Produtos industrializados

Especialmente no caso de quem não gosta muito da forma in natura do damasco e prefere a sua versão seca (desidratada), é preciso tomar alguns cuidados em relação aos produtos industrializados que a contenham como ingrediente principal na composição. Isso porque alguns fabricantes podem usar produtos químicos no processamento, o que pode trazer danos à saúde de um modo geral.

Lavagem

Antes de consumir o damasco, é recomendado lavar bem a fruta, em casos em que o consumo seja feito em sua versão in natura. Para isso, basta deixar a fruta embaixo de água corrente, por cerca de 10 minutos, e esfregá-las com a ajuda dos dedos para remover qualquer resquício de sujeira que possa afetar a saúde após a ingestão.

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