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Malefícios do flúor: descubra os perigos da substância para a saúde

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Com o maior acesso à internet e à série de informações oferecidas por ela, muitas pessoas passaram a se preocupar e pesquisar sobre as substâncias contidas nos produtos que utilizam no dia a dia e o que estas podem fazer à saúde. Nos últimos anos, o flúor tem sido uma dessas substâncias alvos de controvérsias sobre os possíveis riscos à saúde.

Em muitas propagandas de cremes dentários, é comum vermos alguns especialistas defenderem que o flúor pode ser crucial para manter os dentes saudáveis e combater as cáries, o que realmente pode ser algo benéfico. No entanto, várias pesquisas mostraram que esse composto é bastante tóxico e está presente em muitos outros produtos além das pastas de dentes, inclusive nos sistemas de distribuição de água de muitas cidades, o que pode ser altamente perigoso para o bom funcionamento do corpo.

Vários estudos mostraram que o flúor é um veneno, quando utilizado em excesso. Para se ter uma ideia dos riscos do seu uso, em uma pasta de dentes básica é possível encontrar uma quantidade de flúor suficiente para matar uma criança de 10 quilos. Quando introduzido no nosso corpo, age como um inibidor enzimático que faz com que as células deixem de funcionar.

O resultado disso, de acordo com especialistas são danos aos ossos, dentes, cérebro, causar problemas de tireoide, reduzir o QI e causar câncer. Quer saber mais sobre assunto e descobrir quais são os malefícios do flúor para a saúde? Então, continue de olho nos próximos parágrafos desse artigo e entenda tudo!

O que é o flúor e onde pode ser encontrado?

O flúor ou fluoreto, como também é conhecido, é um elemento químico considerado bastante reativo. Por isso, ele não é encontrado em sua forma elementar, mas sempre adicionado a produtos, como pastas de dentes, alimentos naturais e industrializados, além da água tratada, no ar e no solo de algumas cidades.

Nos cremes dentários, onde ele é mais popular, a concentração inicial é de 1000 ppm e, no máximo, de 1500 ppm, o que já ajuda na limpeza e controle das cáries, já que ajuda a matar as bactérias e combater os danos causados pelos açúcares consumidos através da alimentação.

No entanto, com a intenção de combater as cáries, os governos estaduais e federais do Brasil passaram a acrescentar o flúor nas águas de abastecimento público, cuidando para que mesmo a população mais carente, que não tem condições de comprar pastas de dentes, pudesse ter acesso à substância.

Porém, vários estudos constataram que as quantidades de flúor encontradas na água de algumas cidades brasileiras são inadequadas, o que pode causar inúmeros males à saúde, ainda mais quando somadas às quantidades de fluoreto já obtidas por meio dos alimentos e cremes dentários.

O resultado é de manchas brancas nos dentes, danos aos ossos, cérebro, câncer e problemas de tireoide, neste último caso, principalmente no caso de pessoas que possuem deficiência de iodo. Não é à toa que a adição de flúor na água foi banida em alguns países, como é o caso da Suécia e da Dinamarca.

A seguir, você vai conhecer detalhadamente os principais malefícios do flúor para a saúde.

Quais são os malefícios à saúde?

A ingestão de flúor em excesso pode causar alguns problemas à saúde. Para que você tenha uma ideia do perigo dessa substância, o consumo de meio litro de água por dia pode fornecer de 0,5 a 1,0 mg de flúor, o que pode resultar em:

  • Tremores;
  • Cólicas e dores abdominais;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso;
  • Aftas na boca;
  • Vômitos sanguinolentos;
  • Fraqueza;
  • Náuseas;
  • Diarreia;
  • Rigidez;
  • Constipação;
  • Eczema.

Outros malefícios a longo prazo incluem:

Acelera o envelhecimento

Um dos efeitos negativos do flúor no organismo é uma forma de deterioração subclínica chamada de “envelhecimento”. A substância tem o poder de acelerar os processos de envelhecimento pela inibição da produção de enzimas essenciais em certas reações químicas no corpo.

Além disso, o composto também é capaz de estimular a degradação de colágeno, a principal proteína que suporta pele, ossos, tendões, cartilagem, tecido conectivo e, claro, os dentes.

Causa impacto nos glóbulos brancos

O flúor também pode provocar outras alterações no corpo, como a diminuição da habilidade dos glóbulos brancos, o que pode comprometer a sua ação de combate e destruição de bactérias.

Promove danos genéticos

O fluoreto também é considerado por muitos especialistas um composto causador de alterações no sistema imunológico, já que é capaz de interagir e distorcer as forças responsáveis por manter a forma normal de diferentes proteínas corpóreas.

Como resultado, o sistema imune ataca sua própria proteína, causando o que chamamos de doença autoimune e danos genéticos.

Provoca problemas na tireoide

O consumo excessivo de flúor através da alimentação, ingestão de água fluoretada ou pastas de dentes pode reduzir as nossas funções tireoidianas, o que significa maiores riscos de desenvolver doenças como o hipotireoidismo ou hipertireioidismo.

Vários estudos comprovaram que baixos níveis de hormônio da tireoide podem aumentar o risco de doença cardíaca, depressão, colesterol alto e menor inteligência nos bebês nascidos de mães com este problema.

Reduz a inteligência

Alguns estudos realizados por pesquisadores chineses com 907 crianças entre 8 e 13 anos mostraram uma redução de QI ocasionada pela exposição à altas quantidades de flúor. Os especialistas acreditam que o composto afetou o sistema nervoso central durante o desenvolvimento fetal, ou nos primeiros anos das crianças, resultando em comprometimento da inteligência.

Causa osteoporose

Especialistas acreditam que a exposição a 1ppm de flúor na água pode provocar a diminuição da resistência óssea e da sua elasticidade, levando à osteoporose. Somando essas quantidades do composto com as encontradas também nos alimentos e pastas de dentes, os riscos podem ser ainda mais perigosos.

Aumenta os riscos de câncer

Um estudo realizado em 1977 pelos médicos Dr. Deam Burk, criador do Chief Chemist Emeritus, do Instituto de Câncer Americano, e o Dr. John Yiamouyiannis comparou as taxas de casos de câncer em cidades que usam flúor na água e outras sem fluoretação. A constatação dos especialistas foi de que nas cidades com fluoretação, houve um aumento de 10% nas mortes pela doença, durante os anos de 1952 (quando começou a adição de flúor à água) a 1969.

A ocorrência de câncer aumentou principalmente nas pessoas entre 45 e 64 anos. Enquanto isso, não houve aumento de câncer em cidades que não fluoretaram água durante esse mesmo período.

Causa defeitos genéticos em recém-nacidos

Um outro estudo realizado pelo médico austríaco Dr. Wolfgang Klein, em 1974, mostrou que a ingestão de 1 ppm de flúor é capaz de inibir em 50% das enzimas de reparação do DNA e causar lesões cromossômicas.

Para você entender melhor, normalmente essas enzimas costumam ser reduzidas lentamente do organismo conforme envelhecemos, o que explica os riscos aumentados de defeitos genéticos em recém-nascidos nos casos de grávidas com mais de 40 anos. No entanto, com a fluoretação, a destruição das enzimas acontece mais cedo, o que resulta no aumento de risco de defeitos em bebês também de mulheres jovens.

E agora, o que devemos fazer?

Depois de descobrir todos esses malefícios causados à saúde por conta do alto consumo de flúor, é normal ficarmos preocupadas e pensarmos em alternativas para evitar o problema e proteger o corpo. Será que devemos ficar sem beber água? Ou parar de escovar os dentes com cremes dentários?

Mais ou menos por aí… Neste caso, para inibir os danos causados pelo fluoreto no organismo, é preciso evitar a sua ingestão em dosagens exageradas. Para isso, a dica dos especialistas é para que se procure consumir água que não seja clorada, utilizando sistemas de filtragem que ajudam a eliminar o flúor de sua composição, como é o caso do Sistema de Osmose Reversa, por exemplo.

Use esta água filtrada para beber ou preparar arroz, cereais quentes, pasta, feijões, chá, sopas e café, entre outras receitas que precisem de água no seu preparo. Em relação à escovação dos dentes, apesar de ser mais difícil, é possível encontrar cremes dentários e soluções para gargarejo sem flúor em alguns estabelecimentos, especialmente em lojas de produtos naturais.

Além disso, existem inúmeras dicas caseiras na internet que ensinam como escovar os dentes sem creme dental. Que tal dar uma pesquisada?

Até a próxima!

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