Nutrição

Prolina: entenda sua importância para a firmeza da pele e a saúde

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O que é a prolina e para que serve?

A prolina é um aminoácido não essencial e um dos componentes primários da proteína colágeno. Ou seja, ela é importante para formar o tecido, unir e conferir sustentação a todos os outros.

A famosa firmeza da pele é um exemplo claro disso. Porém, sua atuação está longe de ser apenas a prevenção da flacidez. O funcionamento ideal de articulações, veias, tendões e até do músculo cardíaco também depende do colágeno – que de depende da prolina, por sua vez.

O colágeno é fundamental na manutenção da saúde dos ossos e, por meio da prolina, tem capacidade de prevenir lesões e enfermidades no sistema cardiovascular.

A prolina representa cerca de 4% dos aminoácidos das proteínas encontradas em nosso corpo. A quantidade dela varia de acordo com a idade.

Alimento ricos em prolina

Fora a síntese natural deste aminoácido, temos ainda os alimentos ricos em prolina. São eles: gelatina e ovos (os principais); carne vermelha; peixes; leite; queijo e iogurte.

E ainda: nozes, avelã, amendoim, amêndoas, castanha-de-caju, castanha-do-pará, feijão, milho, ervilha, cevada e centeio, abóbora, beterraba, cenoura, nabo, alho, cebola roxa, berinjela e cogumelos.

Quantidade recomendada e contraindicações

Não existe uma recomendação diária de consumo de prolina, uma vez que se trata de um aminoácido não essencial. E mesmo que não haja ingestão de alimentos ricos nesta substância, o organismo a produz para ajudar a manter a saúde de várias estruturas, além da sustentação da pele.

Apesar disso, a ingestão de produtos com prolina é forma indireta de beneficiar a síntese de colágeno, nossa proteína mais abundante e de enorme responsabilidade.

Para você ter uma noção do valor dela, basta citar que nada menos que 25% de todas as proteínas em nosso organismo são compostas por colágeno.

Algumas pessoas podem apresentar deficiência do nutriente. É o caso dos vegetarianos ou de quem consome porções inadequadas de proteína diariamente. Assim, uma suplementação acaba sendo a melhor saída.

No entanto, a orientação é procurar um médico ou nutricionista para checar o melhor jeito de obter as necessidades diárias individuais de prolina/colágeno.

Indivíduos com histórico de problemas nos rins ou fígado devem evitar a suplementação com a prolina ou outro aminoácido sem acompanhamento médico.

Quem extrapola na suplementação de prolina corre risco de sobrecarregar estes órgãos, que fazem a excreção dos subprodutos metabólicos das proteínas.

A prolina, suas funções e benefícios para nosso bem-estar

Este aminoácido é fabricado a partir do ácido glutâmico. A L-prolina, como também é conhecida, é sintetizada através de fontes de carboidrato e, ainda, pela retirada de hidrolisados de proteína animal.

Bons níveis de prolina estão associados à prevenção ou cicatrização de lesões articulares em pessoas que praticam atividade física.

Outro papel relevante deste aminoácido além de fortalecer o músculo cardíaco é a prevenção da arteriosclerose, condição em que ocorre o endurecimento das paredes das artérias.

Estas estruturas ficam rígidas com um grande acúmulo de gordura nelas. No entanto, são vitais porque transportam oxigênio e demais nutrientes até os tecidos.

Se há algum problema na dilatação e contração destes vasos, o fluxo sanguíneo pode ser reduzido e os batimentos cardíacos ficam mais difíceis.

Com o fortalecimento das artérias devido ajuda da prolina, o organismo ganha impulso para eliminar o excesso de gordura do interior delas, melhorando a passagem do sangue. Ou seja, este aminoácido pode evitar complicações como o enfarte.

Mas não custa nada reforçar: as informações apresentadas aqui têm a função de auxiliar na busca por uma vida mais saudável. Apenas os médicos ou outros profissionais devidamente habilitados podem prescrever produtos e alterar a forma como nos alimentamos.

Cuide-se! E até a próxima…

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