Doenças Saúde

Câncer de mama: saiba as causas, sintomas, tratamento e como prevenir

O câncer de mama está entre as doenças que mais matam mulheres no Brasil e no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, são registrados 1,38 milhões de novos casos, sendo 458 mil destes resultando em mortes. Em especial no Brasil, 52.680 casos devem ser diagnosticados anualmente, ou seja, o equivalente a 52 casos a cada 100 mulheres, segundo o Ministério da Saúde.




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Além disso, a má notícia é que, conforme estudo da Sociedade Brasileira de Mastologia, uma a cada 12 mulheres terá algum tumor até os 90 anos de idade, um dado preocupante em relação à mortalidade de mulheres no Brasil provocada pela doença.

É por este motivo que todos os anos acontece a campanha Outubro Rosa, que tem o objetivo de conscientizar a população, entre homens e mulheres, bem como autoridades governamentais e empresas acerca da importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A ideia é aumentar as chances de cura da doença e cobrar dos governos o acesso adequado de pacientes ao tratamento.

No entanto, se você é mulher e quer ficar bem longe da doença, os cuidados para prevenir e detectar os sintomas não devem ser lembrados apenas durante a campanha, mas sim diariamente. Algumas mudanças de hábitos e de comportamento, como tocar o próprio corpo, podem ajudar de maneira significativa a reduzir os riscos de desenvolver qualquer tumor nas mamas.




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Se você quer saber mais sobre o câncer de mama, conhecer as suas causas, sintomas, tratamento e como preveni-lo, continue lendo esse artigo até o final.

O que é o câncer de mama?

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O câncer de mama é um tumor maligno que, como o nome já diz, se desenvolve nas mamas, seja em mulheres ou homens. Muita gente não sabe, mas, apesar de mais raro, a doença pode sim atingir homens – cerca de 1 a cada 100 mulheres. O tumor é formado a partir da divisão e crescimento descontrolados de algumas células, esta causada, por sua vez, por modificações genéticas.

As células modificadas tendem a ser bem agressivas e incontroláveis, formando tumores (cânceres) nos seios, que podem até mesmo se espalhar por todo o corpo. A doença costuma atingir especialmente as mulheres, a partir dos 35 anos de idade, sendo o seu aparecimento mais arriscado depois dos 50 anos.

As principais vítimas do câncer de mama estão na faixa etária entre 40 e 69 anos, fase da vida em que os níveis de estrógeno estão baixos. No entanto, mesmo sendo mais raros, os casos de tumores nos seios antes dos 30 anos ainda podem ocorrer, sendo a sua maioria por conta de fatores genéticos.

O que causa a doença?

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Não há uma causa única para o desenvolvimento do câncer de mama. De acordo com especialistas, são vários os fatores que podem determinar as causas da doença, sendo alguns deles modificáveis e outros não. Veja:




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Histórico familiar

Este está entre as principais razões que levam ao surgimento do câncer de mama, na maioria dos casos. Os fatores genéticos podem influenciar diretamente no desenvolvimento da doença, quando parentes ou familiares de primeiro, segundo ou terceiro graus também tiveram a doença em algum momento da vida, principalmente antes dos 35 anos.

Portanto, se você se encaixa no grupo de pessoas predispostas ao problema, faça exames mamográficos regulares e busque acompanhamento médico para evitar o desenvolvimento do câncer nas mamas.

Idade

Como falamos acima, as mulheres com idade entre 40 e 69 anos estão no grupo de risco da doença, uma vez que os níveis de estrógeno estão bem baixos neste período. Por isso, é preciso que estas tenham acompanhamento médico e façam exames detectores da doença anualmente para evitar o seu surgimento.

Menstruação precoce

Ao menstruar, o corpo da mulher começa a produzir mais estrógeno. Esse hormônio, quando em quantidades altas, facilita a proliferação descontrolada de células mamárias, fator ideal para desenvolver o câncer de mama.




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No caso de mulheres que tiveram a primeira menstruação muito cedo, entre os 9 e 11 anos de idade, há uma exposição mais duradoura que o normal ao estrógeno durante a vida, o que pode aumentar os riscos do câncer de mama.

Menopausa tardia

Do mesmo modo que uma menstruação precoce, uma menopausa que acontece mais tarde que o normal, depois dos 55 anos, favorece uma mais duradoura exposição ao estrógeno, o que aumenta os riscos do câncer de mama.

Reposição hormonal

Grande parte das mulheres que está na menopausa recorre à reposição hormonal para aliviar os seus incômodos sintomas. No entanto, a má notícia é que entre os hormônios usados para tal função está o estrógeno. Neste período, os tecidos mamários ficam bem sensíveis à ação desse hormônio, que está em quantidades baixíssimas no organismo da mulher, podendo levar ao câncer.

Colesterol alto

O estrógeno é fabricado diretamente no organismo através da gordura do colesterol. Portanto, mulheres com os níveis de colesterol muito altos tendem a desenvolver também uma maior quantidade do hormônio, podendo levar ao surgimento do câncer de mama.




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Obesidade

Usando a mesma explicação do fator de risco anterior, estar acima do peso, principalmente depois da menopausa, pode contribuir diretamente para o desenvolvimento do câncer de mama. Isso porque uma maior quantidade de gorduras no sangue significa também um aumento dos níveis de estrógeno no organismo.

Ausência de gravidez

Ao contrário do que muita gente pensa, mulheres que nunca tiveram filhos e, consequentemente, nunca amamentaram, têm mais chances de contrair o câncer de mama. Isso porque, ao amamentar, a mulher estimula as glândulas mamárias e reduz a quantidade de estrógeno no sangue, evitando, assim, o câncer de mama.

Sintomas

Ficar atenta aos sinais e sintomas do câncer de mama está entre os principais fatores que podem contribuir para a sua detecção precoce e cura. Portanto, é importante sempre apalpar os seios e olhá-los no espelho para prevenir ou evitar que a doença avance sem que você perceba.

Ao verificar qualquer alteração nas mamas, como as que vamos listar a seguir, procure um médico imediatamente. Confira abaixo quais são os principais sintomas do câncer de mama:

  • Nódulos nos seios, pescoço ou axilas;
  • Vermelhidão na pele;
  • Pele enrugada, lembrando a aparência de uma casca de laranja;
  • Alterações no formato dos mamilos e das mamas;
  • Líquido anormal e escuro saindo pelos mamilos;
  • Inchaço na pele;
  • Nódulo único e endurecido;
  • Inversão dos mamilos;
  • Dor na mama ou mamilos.

Como é feito o diagnóstico?

Antes de consultar um médico, o diagnóstico de auto-exame (toque nas mamas) feito pela própria mulher é a melhor maneira para detectar o câncer de mama, como vamos te ensinar mais à frente.

Após a verificação de alterações nas mamas, a paciente deve procurar avaliação médica, que deverá prescrever mamografias, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem para detectar os possíveis tumores na região. Muitas vezes, também é necessária fazer uma biópsia do tecido coletado da mama.

Como prevenir o câncer de mama?

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Além dos exames mamográficos todos os anos nos consultórios médicos, o câncer de mama pode ser detectado precocemente pela própria mulher. Para isso, basta tocar as próprias mamas pelo menos uma vez por mês, sempre entre 3 e 5 dias depois do aparecimento da menstruação ou em uma data fixa no caso das mulheres que não menstruam mais.

Como fazer o auto-exame:

  1. Apalpe as mamas, sempre em sua circunferência e em volta dos mamilos, procurando a presença de nódulos. O toque pode ser feito com a mulher deitada ou até mesmo debaixo do chuveiro. Basta levantar um dos braços e usar a ponta dos dedos para tocar os seios, fazendo movimentos circulares, e depois repetir o mesmo processo como outro braço.
  2. Na frente do espelho, você pode deixar os braços estendidos ao lado do corpo e observar bem as mamas. Depois, levante as mãos, segurando a cabeça, e verifique se houve qualquer alteração no contorno das mamas ou mamilos.
  3. Ainda na frente do espelho, coloque as mãos na cintura e aperte-a. Veja se há alguma alteração suspeita nas mamas ou bico dos seios.
  4. Outra forma de tentar detectar um possível câncer de mama é apertar o bico dos seios para verificar se sai alguma secreção.

Tratamento

Depois de verificar qualquer suspeita nas mamas e aprovado o diagnóstico pelo médico após os exames mamográficos, a paciente com câncer de mama é submetida ao tratamento imediato da doença, que pode ser feito através de terapias locais ou sistêmicas.

Terapia local

Neste caso, a paciente será submetida à retirada total ou parcial do tumor, seguida de radioterapia. Ela passa, primeiramente, pela cirurgia de retirada do tumor para evitar o comprometimento da mama. Depois, pela radioterapia, que usa radiação ionizante no local do tumor para evitar que ele volte ou, quando ele não é retirado totalmente, para evitar que ele se espalhe.

Terapia sistêmica

Neste caso, a paciente deverá passar por um tratamento com medicamentos de via oral, que devem passar por toda a corrente sanguínea. Dentre elas está a quimioterapia, que ajuda a evitar e controlar o crescimento das células, além de destruir os tumores malignos.

Depois, tem a hormonoterapia, que impede a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas a crescerem, como é o caso do estrógeno. E, por último, a terapia alvo ou terapia anti-HER 2, que atua no uso de medicamentos que bloqueiam alvos específicos de determinadas proteínas ou a divisão celular presente apenas nas células tumorais ou presentes preferencialmente nas células tumorais.

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