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Câncer de pele pode matar? Confira os principais fatores

Câncer de pele pode matar

A resposta, infelizmente, é sim. Câncer de pele pode matar.

No entanto, o pior dos resultados é não é tão comum, e depende de diversos fatores, como o tipo de câncer de pele e a demora do diagnóstico.

Como se desenvolve o câncer de pele?

O câncer de pele é um tumor que se desenvolve a partir do crescimento anormal e sem controle das células do tecido da pele. Não se sabe ao certo quais os fatores que desencadeiam esta irregularidade, mas estudos demonstram que a excessiva exposição ao sol pode ser um grande fator.

Tipos de câncer de pele

A pele humana é formada por diferentes tipos de células. Assim, dependendo da célula que iniciar o processo de reprodução anormal, o câncer desenvolvido será de um tipo diferente.

Os mais diagnosticados são:

  1. Não melanoma carcinoma basocelular: é o mais comum e o menos agressivo. Se desenvolve a partir das células basais do tecido da pele. Tem uma progressão bastante lenta.
  2. Não melanoma carcinoma espinocelular: Menos frequente que o basocelular, porém mais agressivo e com desenvolvimento mais rápido. Pode atingir outros órgãos com um pouco mais de facilidade, merecendo uma atenção especial. Forma-se a partir do desenvolvimento desordenado das células epiteliais e células do tegumento (presentes na mucosa).
  3. Melanoma: este tipo de câncer de pele é mais raro. No entanto, de uma agressividade muito maior. Seu desenvolvimento é veloz, e ele espalha-se facilmente para outros órgãos do corpo, podendo atingir inclusive o cérebro e o coração.

Independentemente do tipo de câncer de pele, a possibilidade de cura existe.

O não melanoma carcinoma basocelular costuma ter grandes chances de êxito em seu tratamento, já que se desenvolve lentamente, evitando o risco de espalhamento para outros órgãos do corpo.

O tipo não melanoma carcinoma espinocelular é um pouco mais agressivo, com evolução um pouco mais acelerada. Assim, as chances de cura são mais restritas, visto que este câncer tende a espalhar-se com um pouco mais de facilidade. Um rápido diagnóstico é importante.

Já o melanoma, por sua grande agressividade, tem suas chances de cura reduzidas. Isto ocorre porque este tipo de tumor espalha-se rapidamente, e logo tem-se a metástase. Assim, um diagnóstico precoce é essencial para que haja cura desta doença.

Quais os principais sintomas?

Os sintomas desta doença, como regra geral, são pequenas alterações na própria pele. Tais alterações podem surgir de diferentes formas, como novas manchas, pequenas deformações, ou novas pintas. Ainda, manchas ou pintas já existentes podem sofrer mutações, o que também pode ser um indício da doença. Coceira e feridas que nunca cicatrizam também podem ser indícios do desenvolvimento do tumor.

Tratamentos

O tratamento mais comum e também o mais efetivo para o câncer de pele é a cirurgia para a remoção do tumor. Especialmente se o câncer for descoberto abem cedo, a cirurgia para retirada costuma ter bastante sucesso.

Caso, por alguma razão específica, a cirurgia não seja indicada ou não seja o suficiente, o médico pode indicar outras formas para erradicação do tumor. Quimioterapia e radioterapia são muito comuns para auxiliar no tratamento desta doença, principalmente quando a remoção cirúrgica não for possível ou mostrar-se insuficiente.

Com isto, vemos que há diferentes tipos de câncer de pele, e também diferentes tipos de tratamento para esta doença.

Este câncer pode ser bastante perigoso se não descoberto a tempo e se não for submetido aos tratamentos adequados.

Qualquer sintoma deve ser objeto de investigação médica. O diagnóstico precoce é muito importante para evitar que o tumor tome maiores proporções e chegue a levar as pessoas à óbito.

Pode matar? Pode! No entanto, ficar atento aos sinais do corpo e procurar um especialista traz grandes chances de cura para esta doença. Observe qualquer sintoma!

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