Comportamento Maternidade

4 dicas para parar de tratar seu filho como um bebê

Tratar os filhos como bebês é um problema comum nos dias de hoje e pode trazer consequências ruins, tanto para os filhos quanto para toda a família. Já fizemos um artigo com 5 sinais de que você trata seu filho como bebê, você já viu?




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No artigo acima falamos apenas dos sinais, mas agora vamos conversar sobre o que é possível fazer para parar de tratar seu filho como um bebê e proporcionar oportunidades de crescimento e autonomia para ele, ok?

Saber qual é o problema não é o primeiro passo

Essa afirmação pode parecer dura, as a verdade é que, na maioria das vezes sabemos qual é o problema. Lá no fundo uma voz diz que algumas coisas não estão certas e nós preferimos fazer o mesmo por vários motivos. É muito importante reconhecer isso. Só que mais importante do que saber qual é o problema é se organizar e partir para a ação.




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O primeiro passo é sempre uma atitude transformada. Pode ser uma atitude simples, mas que trará grandes resultados à longo prazo. Por isso, é preciso determinação, disciplina e muita autoconfiança para levar as mudanças até o patamar do sucesso. Você está pronta? Então vamos lá!

1. Dê oportunidades de aprendizado

Esse é um dos melhores presentes que você pode dar ao seu filho: oportunidades de aprendizado. Sabemos que a rotina corrida e as inúmeras tarefas que temos a cumprir pode nos induzir a fazer muitas coisas no automático. Inclusive coisas que nossos filhos poderiam aprender a fazer sozinhos.

Só que aprender é essencial para eles, mesmo que leve mais tempo do que estamos acostumadas. Mesmo que não seja possível dar oportunidades o tempo todo, procure incentivá-lo quando possível. Veja alguns exemplos:




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  • ensine seu filho ou filha de 5 anos a amarrar os próprios sapatos;
  • deixe que seu filho ou filha de 2 anos coloque as roupas sozinho;
  • o oriente a lavar os cabelos durante o banho.

Algumas dicas são importantes: evite frases do tipo “Você tá fazendo tudo errado!” e procure dizer coisas assim: “Você está fazendo um bom trabalho, mas precisa melhorar nisso e nisso”. Sempre fale de forma gentil e positiva. Aprove as pequenas conquistas, entretanto, cuidado com exageros. É preciso ficar alegre quando conquistamos algo, mas nada fora do normal.

Veja mais:

2. Não dê tudo na hora que ele pedir

Essa atitude pode exigir muita paciência no início, ainda mais se seu filho está acostumado a ter todas as necessidades atendidas prontamente. Entenda que estamos falando de crianças com mais de 18 meses de vida e que o tempo de espera que a criança tolera aumenta com o tempo.

A questão central é que você não deve interromper  que está fazendo só pelo fato de que seu filho não consegue esperar alguns minutos.

Um exemplo simples: seu bebê de 1 ano e meio acordou da soneca da tarde e você está terminando de colocar as roupas na máquina de lavar. Com uma voz alegre, avise-o que num momento você já estará com ele. Mesmo que ele chore e grite, termine sua tarefa e em seguida vá até ele. Se o que você estiver fazendo foi demorado, adiante o que puder por alguns minutos e então vá vê-lo.




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Algumas dicas:

  • não exceda 10 minutos de espera, crianças pequenas com menos de 2 anos não conseguem esperar tanto tempo;
  • agradeça a espera quando voltar e atenda suas necessidades;
  • haja com segurança, leveza e naturalidade, nada de demonstrar pena.

Com esses exercícios, você ensina seu filho a lidar com pequenas frustrações. Dessa maneira, ele aprende que esperar não é o fim do mundo. É normal se sentir um pouco culpada no começo, mas entenda: isso é uma prova de amor.

Saiba mais:

3. Chorar um pouco é saudável

O choro é uma das formas da criança pequena demonstrar sua frustração. Muitas vezes é preciso que ela chore para dar vasão ao sentimento. Procure nomear os sentimentos e dizer de forma natural que ela está se sentindo triste ou irritado, mas que vai passar.




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No caso de filhos mais velhos, quando eles chegarem com uma queixa da escola ou contarem algo que está causando sofrimento ouça com atenção. Diga que entende o que a criança ou jovem sente. Coisas como: “Parece que isso te deixou muito envergonhado” ou “Você se sentiu triste com isso, pelo jeito”. Evite dar conselhos, a não ser que sejam pedidos.

É importante viver a tristeza. Negar o sentimento ruim faz com que ele fique guardado e vá “apodrecendo” lá dentro. Quando você dá um espaço de escuta, está demonstrando que confia na capacidade de seu filho de lidar com a dor. Procure fazer perguntas para entender o que acontece e não emita julgamentos precoces. Pode ser que apenas o relato e as perguntas conduzam a uma reflexão.

Saiba mais:

4. Não assuma os erros de seus filhos

Isso acontece mais com crianças mais velhas. Pode ser que você vá na reunião da escola para defendê-lo de todas as acusações, quando na realidade deveria tentar compreender o que está acontecendo e, se necessário, conversar com seu filho sobre o que ele precisa melhorar.




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Outra coisa que gera problemas é pagar as contas que ele fizer de maneira irresponsável, poupando-o da responsabilidade de arcar com as consequências de seus atos.

Quando seu filho aparecer com uma conta alta demais para conseguir pagar, procure agir de maneira neutra. Diga que acha o valor bem alto, mas evite demonstrar muita indignação ou deboche. Apenas espere. Essa pausa é necessária para que ele entenda que você não vai assumir suas dívidas e que ele terá que pensar em como resolver isso.

Se ele pedir para que você pague as contas para ele, diga que você até gostaria, mas que tem medo do que pode acontecer se assumir essas dívidas. Então, pergunte a ele se quer ajuda para pensar em soluções. Você pode ajudá-lo a fazer um planejamento para equilibrar as finanças em alguns meses.

Saiba mais:

 

Educar os filhos é uma trajetória cheia de erros e acertos. É normal que se queira diminuir os sofrimentos e evitar que eles passem pelo que nós já passamos. Mas aprender a respeitar a vida e os aprendizados deles será algo muito importante no futuro!

 

Fonte: Este artigo foi inspirado no capítulo 3 do livro As 7 piores coisas que os pais fazem, escrito pelos psicólogos especialistas John C. Friel e Linda D. Friel, da Editora Cultrix.

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