Saúde Sexo

Disfunção erétil: causas, sintomas e tratamento

Disfunção erétil

Estima-se que no Brasil sejam mais de 2 bilhões de casos de disfunção erétil a cada ano, com a grande maioria desses casos presentes em homens a partir dos 40 anos de idade.

Apesar de existir muita informação disponível sobre essa doença em vários meios como a internet, muitos homens ainda encontram muita dificuldade ao lidar com essa situação, o que torna a informação ainda mais importante.

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Vamos entender um pouco mais sobre a disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual, suas possíveis causas e os tratamentos. Boa leitura.

O que é a disfunção erétil?

A disfunção erétil ocorre quando há a incapacidade de o pênis obter uma ereção ou manter-se ereto para que ocorra o ato sexual.

Antigamente conhecida como impotência sexual, com o aumento dos estudos sobre a questão a doença passou a ser tratada como uma disfunção.

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Uma ereção depende do funcionamento harmonioso de vários órgãos do nosso corpo para que o grande fluxo de sangue necessário para que seja uma ereção satisfatória para o ato sexual.

Quando esse fluxo sanguíneo é afetado por fatores clínicos ou psicológicos a ereção não ocorre ou não se mantém de maneira satisfatória.

É importante ficar atento a frequência com que essas falhas, pois essa recorrência pode servir como sinal de alerta para doenças cardíacas, por exemplo.

Causas da disfunção erétil

A impotência sexual pode ter sua origem atrelada a várias outras doenças, que precisam ser identificadas para que a disfunção seja tratada corretamente.

As causas mais comuns da impotência sexual são:

  • Fatores psicológicos;
  • Diabetes e outras doenças hormonais;
  • Mal de Parkinson, Alzheimer e outras doenças neurológicas;
  • Alcoolismo
  • Tabagismo
  • Consumo em excesso de medicamentos;
  • Obesidade.

Além dessas causas, outros fatores de risco podem contribuir para a disfunção erétil.

Além dos fatores clínicos, situações como desemprego, dificuldades financeiras, luto, depressão, e muitos outros podem fazer com que o fluxo sanguíneo necessário para que o órgão sexual masculino se mantenha ereto fique prejudicado.

Por outro lado, o envelhecimento não possui nenhum tipo de influência no surgimento da disfunção erétil.

Tratamento para disfunção erétil

Identificar e controlar os fatores de risco mencionados são os primeiros passos para o tratamento da disfunção erétil.

Muitos profissionais de saúde têm o hábito de fazer prescrição de medicamentos conhecidos como inibidores da fosfodiesterase tipo 5, como vardenafila e tadalafila.

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Se o uso desses medicamentos não surtir os efeitos desejados é necessário buscar terapias como bomba de vácuo e aplicação de vasodilatadores.

Em último caso, se o problema persistir o uso de próteses penianas poderá ser indicado pelo médico.

A relação conjugal também precisa ser analisada, para saber como ambos estão encarando a situação. Dependendo da situação em que o casal se encontra o acompanhamento por psicólogos também pode ajudar no tratamento da doença.

Medicamentos para disfunção erétil

Na década de noventa a indústria farmacêutica desenvolveu diversos medicamentos para auxiliar os homens que são acometidos por esse problema. Assim, o assunto que era um tabu absoluto começou a ser tratado com mais naturalidade e abordado com mais frequência, trazendo conhecimento e espantando o preconceito.

Hoje existem alguns medicamentos no mercado para o tratamento da disfunção erétil, mas os mais famosos são Cialis e Viagra.

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Independente de todos os benefícios que esses ou qualquer outro medicamento possa oferecer para combater a impotência sexual é imprescindível que você procure seu médico de confiança antes de usar qualquer tipo de medicamento.

Somente um profissional poderá prescrever a dosagem correta e a duração do tratamento, além do medicamento mais indicado para cada caso. Por isso é necessário que as recomendações do seu médico sejam seguidas à risca durante toda a duração do tratamento.

Existe cura para a disfunção erétil?

O quadro da disfunção erétil pode ser revertido por qualquer paciente, bastando para isso que ele aceite o diagnóstico e confie nas orientações passadas pelo médico.

O controle dos fatores de risco é a maneira mais efetiva de tratar a doença, e os resultados da mudança de simples hábitos de vida podem fazer com que o quadro de disfunção erétil seja totalmente revertido.

Como prevenir?

A mudança de alguns hábitos é o primeiro passo para a prevenção da disfunção erétil.

Por se tratar de uma doença decorrente da alteração no fluxo sanguíneo para uma determinada região do corpo as orientações são muito semelhantes às das pessoas que querem prevenir doenças cárdicas.

  • Pratica de atividades físicas;
  • Evitar obesidade;
  • Hábitos de vida mais saudáveis.

Além disso prestar atenção aos fatores de risco também ajuda a prevenir o surgimento da doença.

Como diagnosticar a doença

O diagnóstico da disfunção erétil é, na grande maioria dos casos, apenas clínico. O médico só precisa conversar um pouco com seu paciente para identificar o problema.

Após o diagnóstico, e a prescrição dos medicamentos, se a doença persistir pode ser necessária a realização do exame de ecodoppler peniano.

Esse exame é realizado por um urologista e pode ser realizado no próprio consultório, não sendo necessários mais do que cinco ou dez minutos.

O exame consiste na aplicação de um medicamento injetável no pênis para que ocorra uma ereção. O objetivo desse procedimento é medir o fluxo arterial e a avaliação da ereção obtida com o medicamento.

Conclusão

A disfunção erétil é uma doença que pode acometer homens em qualquer faixa etária, sendo mais comum entre os homens após os quarenta anos de idade.

Fatores de risco como obesidade, doenças neurológicas, doenças cardíacas, depressão, desemprego e problemas financeiros são determinantes para o surgimento da disfunção. A relação do casal também deve ser analisada para saber como o casal está enfrentando essa situação.

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O diagnostico da doença é simples e rápido, sendo realizado apenas através de uma conversa com o médico. Procurar o seu médico ao constatar que as falhas estão ocorrendo com frequência pode ajudar a prevenir também o surgimento de outras doenças.

Adotar hábitos de vida mais saudáveis e o controle de peso são atitudes primordiais para prevenir o surgimento da doença.

Mesmo após a confirmação do diagnóstico adotar esses hábitos pode ser o tratamento mais efetivo para curar a disfunção erétil.

Esperamos ter ajudado a esclarecer suas dúvidas sobre a disfunção erétil. Se essa matéria foi útil para você, deixe um comentário para sabermos como de que forma ela lhe ajudou.

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