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Já ouviu falar em disritmia cerebral? Saiba mais aqui

Disritmia cerebral

O corpo humano é uma máquina, e assim como qualquer máquina ela começa a dar sinais quando algo está fora do comum. É por isso que é muito importante sempre ficar alerta a esses sinais, pois é por meio deles que você pode descobrir algo errado com você ou com o seu corpo, como é o caso da disritmia cerebral.

Esses sinais são como uma linha de defesa, algo como aqueles alarmes que colocamos em casa e que apitam quando algo está errado, o mesmo podemos dizer desses sinais emitidos pelo nosso corpo.

Identificar, entender e procurar ajuda diante desses sinais pode impedir que o seu corpo tome atitudes mais agressivas e até mesmo sofra a longo prazo com a doença que ele está falando para você que tem.

Como dito, identificar e procurar ajuda quando nosso corpo começa a transmitir esse recado é de grande importância, procurando ajuda você pode descobrir previamente doenças sérias como a disritmia cerebral.

O que é disritmia cerebral

A disritmia cerebral acontece quando ocorrem alterações no ritmo e na intensidade das ondas elétricas cerebrais. Essa doença é psicologicamente e popularmente conhecida como epilepsia, conhecida por causar no paciente sintomas que alteram a consciência e a conduta dos indivíduos.

Essas alterações significam transtornos nas emoções, na conduta e nos sentimentos. Mas o sintoma mais conhecido da disritmia cerebral é a convulsão, apesar de ser apenas um dos sintomas dentro de muitos outros.

Cerca de 4 a 6% da população mundial sofre de disritmia cerebral e, nos últimos anos, essa doença vem sendo diagnostica com mais frequência do que se espera, mas ainda não se sabe porque a disritmia está mais frequente do que deveria.

Sintomas da disritmia cerebral

Assim como qualquer outra doença, é importante identificar os sintomas da epilepsia o mais breve possível. Os sintomas normalmente começam aparecer aos dois anos de idade, mas muitos pacientes só são identificados anos mais tarde, o que é um risco, principalmente em relação o desenvolvimento neurológico da criança.

Mais uma vez, por isso é importante estar atento aos sinais enviados por nosso corpo. De qualquer forma, crianças nessa idade devem estar sendo acompanhadas por médicos justamente para estes serem capazes de identificar doenças como essa no momento certo ou pelo menos num estágio minimamente inicial.

Mas acontece que nem sempre o corpo evidência esses sinais, pessoas sem qualquer sintoma neurológico anterior podem desenvolver a doença de uma hora para outra. Normalmente, os jovens e adultos, entre 14 a 30 anos, são o grupo de indivíduos mais afetados pela doença.

Infelizmente, o diagnóstico de disritmia cerebral só é possível quando o paciente sofre com alguma crise, ou seja, após algum ataque epilético.

Junto com o ataque epilético o paciente também pode sofrer de fortes dores de cabeça (enxaqueca), dupla visão ou dificuldade em enxergar, dores fortes nos olhos, desmaio, tremores no corpo, ardência no rosto e na boca, e as convulsões.

Há outros pontos a serem observados no paciente caso se suspeite de disritmia cerebral. Normalmente esses pacientes, além de sofrerem com as convulsões, apresentam também desmaios longos ou rápidos, além de babar e debater-se antes ou durante a crise.

Se isso acontecer, quer dizer que o indivíduo está tendo uma crise epiléptica.

Existe ainda um transtorno conhecido como consciência súbita, neste caso, o paciente parece estar dormindo, mas na verdade está desmaiado. Em casos assim, as pessoas que estiverem junto com o paciente tem que agir rápido, pois o paciente pode morrer devido a interrupção da frequência cerebral.

Diagnóstico de disritmia cerebral

Se você suspeita que sofre de disritmia cerebral, o diagnóstico só poderá ser confirmado após a realização de exames clínicos e analises de exames neurologicos (tomografia e angiografia) solicitada pelo médico.

Nesses casos, você pode procurar por um neurologista ou um psiquiatra.

Tratamento

Como se sabe, a epilepsia não tem cura, mas a doença pode ser controlada com medicamentos, permitindo que o paciente tenha uma vida com poucas restrições.

Os medicamentos usados tem como intuito evitar as descargas cerebrais irregulares.

Junto com o medicamento o paciente também passa a frequentar terapia comportamental. Como os medicamentos são fortes, em alguns casos o tratamento é iniciado no hospital para que se tenha maior controle dos possíveis efeitos colaterais, assim como é preciso cuidados especiais em alguns casos.

Como proceder diante de uma ataque epilético

  • Se você tem alguma pessoa que sofre com ataques epiléticos é preciso tomar alguns procedimentos na hora da crise. O primeiro passo é deixar a pessoa deitada de costas e afastar todos os móveis ou objetos que possa machucar a pessoa.
  • No caso dela apresentar baba, vire a cabeça para o lado. Alguns pacientes começam a morder a própria língua, nesse caso, coloque um pano entre os dentes e a língua, assim você evitará que ele morda essa região.
  • É importante também manter o queixo do paciente elevado, assim você facilita a entrada de ar. É importante também não tentar segurar a pessoa, apenas faça o que foi indicado acima e peça ajuda, preferencialmente de médicos, que tem total capacidade para lidarem com situações como essa.

Muitas pessoas se assustam diante do ataque epilético, mas é importante colocar esse medo de lado e ajudar a pessoa em crise, como podemos ver no que foi dito acima a pessoa pode machucar a si própria se não tiver a ajuda adequada.

Fazendo esses passos simples e chamando por ajuda logo em seguida você permite que a pessoa tenha o tratamento adequado.

Mais uma vez, consulte um médico caso você suspeite que sofra de disritmia cerebral, e mesmo que não tenha sintomas é importante ser acompanhada de perto por um médico, só para garantir. Afinal, um check up a cada 6 meses não faz mal a ninguém e ainda permite que você identifique doenças como essa em seus estágio inicial.

Quando mais rápido ela for identificada, melhor. Como dito, pacientes que sofrem de epilepsia precisam tomar medicamentos para ter uma vida normal, por isso, quanto mais rápido o diagnóstico, melhor para você e para as pessoas próximas a você.

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