Doenças Saúde

Saiba tudo sobre a doença do bicho-de-pé (túngiase)

Um belo dia você chega em casa, faz todos os afazeres que precisa fazer antes de finalmente poder morrer no sofá para assistir alguma coisa ou atualizar suas redes sociais, mas de repente sente algo destoando desse merecido momento de inutilidade: uma coceirinha chata no pé, que de início parece até gostosa, mas que vai ficando insistente e incômoda.




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Você não liga muito, deve ser “alguma pequena alergia”, “uma reação a algo que comi”, “não enxuguei o pé direito”.

Mas dias se passam e a coceira não vai embora. E pior: a região começa a ficar dolorida.

Bicho-de-pé (túngiase) pode ser a causa.




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É grave? Como se pega isso? Tem tratamento? Como identificar?

Todas essas questões relacionadas ao bicho-de-pé (túngiase) serão explicadas a seguir.

Confira!




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O oportunista

Bicho-de-pé (túngiase) é uma pulga parasita que aproveita um vacilo de animais e humanos que estejam de bobeira passeando desprotegidamente no habitat que costuma proliferar para se inserir sorrateiramente no corpo da vítima, e ali nutrir a si e sua ninhada com o sangue de seu hospedeiro.

Assim como um falsário que vive se aproveitando de terceiros, o parasita tem várias alcunhas, destaque para seu nome científico, Tunga penetrans:

  • Bicho-de-areia;
  • Bicho-do-cachorro;
  • Bicho-de-porco;
  • Jatecuba;
  • Matacanha;
  • Pulga-de-areia.

É a fêmea dessa espécie de parasita que se infiltra em corpos alheios. E isso ocorre quando está em fase de gestação de muitos ovos.

O local preferido de inserção é na região dos pés, seja por debaixo das unhas, por entre os dedos ou pela parte inferior do membro, embora não tenha restrição quanto às outras partes do corpo, que uma vez perfuradas, apresentam os mesmos sintomas que costuma surgir nos pés.




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Ao introduzir-se no organismo, o bicho-de-pé (túngiase) deixa exposta a sua parte posterior, isto é, fora dos limites da pele (de modo que é possível a vítima identificá-la a olho nu), para expelir excrementos e os filhotes.

O tempo de permanência no hospedeiro, se não for incomodada com tratamentos ou métodos de extração, é de 2 a 3 semanas. Passado esse período, a tunga morre, sua carcaça é repelida e o local inflamado volta a se regenerar.

Isso significa que basta ter paciência, esperar o bicho-de-pé (túngiase) morrer e que tudo estará resolvido?

No melhor dos cenários, sim, mas há o risco de complicações que vão muito além de uma coceirinha chata – e é sério que você vai encarar semanas encarando esse tormento?




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Não, não vai. Porque você ainda não leu todos os sintomas e nem as possíveis consequências mencionadas de servir de mula para o bicho-de-pé (túngiase) e, quando ler, tomará providências imediatas.

Duvida?

Continue a leitura.




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Sintomas do bicho-de-pé (túngiase)

O primeiro sinal após a introdução do irritante bicho-de-pé (túngiase) é a aparição de mancha vermelha no local afetado, seguido por coceira.

Do local, costuma brotar um ponto preto cercado por manchas brancas.

Sabe aquele papo do bicho-de-pé (túngiase) expor seu lado posterior para fora da pele? Adivinhe do que se trata esse ponto preto…

A coceira é insistente e pode durar semanas, acompanhada por desconforto muscular (dor).

Também apresenta secreção de pus, que pode ser amarelado ou branco.

Mesmo com a eliminação do bicho-de-pé (túngiase) do organismo, encerrado o ciclo como hospedeiro, é possível que deixe resíduos que permaneça por meses no corpo infectado.

Há também o risco de complicações, como o de propiciar a instalação de outras infecções em razão da fissura na pele, além da possibilidade de se gerar necrose (consequência perigosíssima, pode resultar em perda definitiva da pele infeccionada e dos dedos!).

Como identificar o bicho-de-pé (túngiase)?

Com os sintomas listados acima, não fica muito difícil identificar se essa coceirinha no teu pé se trata do chato bicho-de-pé (túngiase), não é mesmo?

É só enumerar os sintomas e consultar a lista:

  • Mancha vermelha? (check);
  • Coceira interminável? (check);
  • Pontinho preto em volta de manchas brancas? (check);
  • Pus? (check).

Evidente que ficará a cargo de um médico determinar o diagnóstico preciso, mas essas informações já poderão indicar uma possibilidade que exige maiores cuidados.

Como é o tratamento do bicho-de-pé (túngiase)?

O método mais recomendado, por ser mais efetivo, é a extração imediata do bicho-de-pé (túngiase) por meio de uma agulha ou bisturi esterilizado. Claro que esse procedimento é arriscado se você mesma tentar fazer a extração. Vá a um posto de saúde.

No local, o médico de plantão pode optar por outro caminho para remover o bicho-de-pé (túngiase). Em vez do método que flerta com o estilo medieval, escolhe-se o mais moderninho, à base de medicação.

Quais medicações?

Vamos lá:

  • Cefaxelina (se houver complicação por causa de outras bactérias);
  • Ivermectina;
  • Tiabendazol.

É possível que se indique outros, mas estes são os mais usados.

Outra forma de se livrar do bicho-de-pé (túngiase) é via pomadas com o mesmo princípio ativo dos vermífugos, a base de cânfora ou vaselina salicilada.

Como evitar o bicho-de-pé (túngiase)?

Esse parasita é comum em locais que vivem sob alta temperatura e em terrenos arenosos.

A melhor forma de se prevenir contra o bicho-de-pé (túngiase) é não caminhar com os pés descalços em tais lugares. Dê preferência aos calçados fechados.

Se o ambiente tiver muito trânsito de animais, mais um motivo para ligar o alerta. Lembre-se que o bicho-de-pé (túngiase) também se banqueteia com a bicharada.

Lembra que o parasita expele, além dos excrementos, os filhotes quando instalado no organismo da presa?

Então, é preciso também ficar esperta com os filhotinhos, que depois de 3 ou 4 dias saem do casulo e podem inserir-se em outra vítima, ou novamente em você caso entenda que seu sangue é digno de uma estrela Michelin.

É raro encontrar bicho-de-pé (túngiase) em centros urbanos ou lugares frios, mas para quê ficar desfilando descalça nessas ruas e calçadas sujas, desinformes e mal tratadas que predominam nas grandes cidades?

Não dê bobeira.

Considerações finais

O bicho-de-pé (túngiase) é um parasita que se instala no corpo de animais e pessoas quando passam desprotegidos em áreas que favorecem o nascimento e proliferação da espécie.

A pulga tem preferência pelos pés, inserindo-se por debaixo da unha, por entre os dedos ou pela parte inferior do membro.

Uma vez dentro do organismo, os sintomas que costuma causar são:

  • Vermelhidão;
  • Coceira persistente;
  • Dor;
  • Excreção de pus.

O bicho-de-pé (túngiase), se não tratado, pode ocasionar complicações derivadas de outras infecções que aproveitam a fissura provocada na pele. Casos mais greves podem levar a necrose da pele, culminando na perda definitiva do tecido que reveste a região e até dos dedos do pé.

As formas de tratamento para erradicar o bicho-de-pé (túngiase) são por meio de extração do parasita via agulha ou bisturi esterilizado, medicamentos ou pomadas.

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