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Infarto: sintomas, cuidados, causas e tratamentos

Infarto

A quantas bate o seu coração? Paixonites não são tão sérias… E a gente? Basta um infarto para acabar com os sonhos de qualquer garota. Vamos entender o que é e como evitá-lo?

Conhecido por infarto, o ataque cardíaco é o resultado de uma insuficiência de sangue com oxigênio no coração. Através de obstruções na veia coronária, esse sangue não flui adequadamente, levando o músculo a um processo de necrose e, consequentemente, à morte.

De acordo com números do Ministério da Saúde, são mais de 300 mil infartos por ano no Brasil, com quase 100 mil fatais por falta de tratamento adequado ou a simples falta de cuidados com a saúde. Entretanto, a evolução da medicina reduziu a taxa de mortalidade a números que sejam ser até 10 vezes menor do que décadas atrás.

Então, infarto é igual a uma parada cardíaca?

Sem chance! Infarto é o baixo nível de sangue oxigenado no coração, por meio de obstruções nas veias. A parada cardíaca ocorre quando o coração para de bater e distribuir o sangue para o resto do corpo. Assim como um infarto causa paradas cardíacas, tais condições não são similares.

Conheça a seguir os tipos de infarto

Para classificar o infarto, temos os tipos principais, que são:

  • O NSTEMI: relativo a pessoas que sofreram infarto do miocárdio com bloqueio parcial da veia coronária;
  • O STEMI: relativo a pessoas que sofreram infarto do miocárdio com bloqueio total da veia coronária.

Mas fique atenta! As condições de outros 5 tipos principais envolvem:

  • Tipo 1: infarto espontâneo, devido a problemas primários na veia coronária;
  • Tipo 2: infarto secundário, devido ao aumento da procura por oxigênio ou diminuição de sua oferta;
  • Tipo 3: falência do músculo cardíaco inesperadamente, com parada cardíaca;
  • Tipo 4: associado geralmente a cirurgias de angioplastia coronária;
  • Tipo 5: infarto relativo a cirurgias de recuperação do miocárdio.

Infarto



O que causa um infarto?

A causa principal de um infarto é o bloqueio de uma ou mais artérias. O acúmulo de substâncias como colesterol as estreitam, ocasionando a principal causa dos infartos. Num caso de infarto, essas placas podem romper-se e jogá-las na corrente sanguínea, formando coágulos e impedindo o fluxo de sangue até o coração.

Outra causa comum é o espasmo de uma artéria coronária, desligando todo o fluxo sanguíneo até o coração. Tabagismo e drogas ilícitas ajudam a facilitar esses espasmos, sendo até fatais.

Tenho fatores de risco para um infarto?

O que você precisa é vários fatores podem desencadear infartos. Pois fatores imutáveis podem aumentar suas chances de desenvolver doenças cardiovasculares. Aqui temos os fatores aos quais você precisa ficar atenta!

  • Idade: grande parte de infartados morre por possuem mais de 65 anos. Nas idades avançadas, as mulheres estão mais propícias que os homens;
  • Sexo masculino: eles têm mais riscos por experimentarem a condição em idade mais cedo;
  • Menopausa: a perda da proteção vascular exercida por hormônios femininos agrava o risco feminino de desenvolverem um infarto nessa fase;
  • Hereditariedade: a genética também aumenta as chances de se desenvolver doenças cardíacas;
  • Histórico de doenças autoimunes: lúpuse artrite ajudam a aumentar os riscos de pacientes terem um infarto;
  • Tabagismo: fumantes têm alta propensão a infartos. O tabaco é uma substância que aumenta os riscos de doenças coronarianas. Mesmo os não-fumantes, passivos que têm contato direto com fumantes;
  • Colesterol alto: se a taxa de colesterol aumenta, o risco de desenvolver doenças coronarianas também aumenta;
  • Hipertensão: se você tiver a pressão arterial elevada, o trabalho do coração é aumentado, fazendo o músculo cardíaco tornar-se mais rígido. Esse enrijecimento do aumenta os riscos de um acidente vascular cerebral, e até, insuficiências renal e cardíaca;
  • Sedentarismo: mais uma prova de que atividade física é uma chave para vida saudável! Pessoas inativas têm mais colesterol alto, obesidade e diabetes;
  • Obesidade: o excesso de gordura ajuda a desenvolver doenças cardíacas e até sofrer AVCs. Junto a obesidade e sobrepeso, aumentam as chances da diabetes do tipo 2;
  • Diabéticos: possuem grandes chances de doenças cardiovasculares devido à necessidade de controle do peso e controle da taxa de açúcar no sangue;
  • Estresse: o estresse, atualmente, traz riscos de se desenvolver infarto. Por que pessoas sob muito estresse costumam comer muito, fumar e beber demais;
  • Alcoolismo: ingerir álcool em aumenta a pressão arterial, aumentando o risco de infarto, outras cardiomiopatias, AVCs e batimentos irregulares;
  • Consumo de drogas ilícitas: drogas como cocaína chegam a causar espasmos nas artérias, gerando casos de infarto.

Quais os sintomas de um infarto?

Grande parte de infartos não apresentam sintomas. Mas, ao aparecem, são divididos entre Clássicos e Atípicos.

Clássicos

  • Desmaios;
  • Suor frio;
  • Dor no peito.

Atípicos

  • Falta de ar;
  • Arritmia;
  • Desconforto no peito;
  • Fadiga excessiva;
  • Enjoos;
  • Vômitos.

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Diagnóstico e Primeiros Socorros

Por não surgirem com frequência, os sintomas de infarto são confundidos com outras doenças. Portanto, na presença de suspeitas, direto a um pronto-socorro!

Em qualquer caso de suspeita em você ou alguém próximo, a primeira coisa a fazer é ligar para um número de emergência e solicitar uma pronto-atendimento! Nessa espera, é importante ficar em repouso, para que o coração não trabalhe sem necessidade. Se tiver algumas aspirinas ao alcance, tome uma quantidade próxima a 300 mg. Isso ajudará a afinar seu o sangue e a restauração do fluxo sanguíneo no músculo do coração.

Em alguns casos, complicações como arritmias ventriculares também podem parar o coração! Nesses casos, quando a pessoa aparenta enfartar ela pode não respirar, se mover e até parar de responder a qualquer tipo de estímulos. Tente você mesma dar início a compressões torácicas para reanimá-la!

Compartilhe e salve quem você ama!

Existe alguém, além de você, com quem se importe? Se ligue nessas importantes dicas de ficar atento a fatores de risco presentes entres vocês! As chances de prevenção são menores quando devidamente controladas e detectadas. Compartilhe nosso artigo com os amigos leve mais informações vitais a quem você gosta! Acompanhamento médico regular e atividades físicas também são essenciais para nós evitarmos esse mal silencioso e, em muitos casos, súbitos!

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Redação Tudo Ela

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