Doenças Saúde

Síndrome dos ovários policísticos: causas, sintomas e tratamento

A síndrome dos ovários policísticos vem se tornando um assunto cada vez mais debatido, especialmente entre as mulheres. Isso porque, se anteriormente algumas achavam “normal” sentir fortes cólicas a cada menstruação, ou ter seu ciclo desregulado, o acesso à informação ligou o sinal de alerta.




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Com isso elas estão percebendo que muitas vezes o problema é, na verdade, um sintoma relacionado a essa doença que tem afligido a ala feminina nos últimos anos. A seguir você compreende todos os detalhes sobre o problema.

Do que se trata a síndrome dos ovários policísticos?

A síndrome dos ovários policísticos é uma anomalia que ocorre no processo da ovulação, causada pelo distúrbio hormonal. Ela acaba atrapalhando na ovulação e levando ao surgimento de cistos permanentes.




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Para evitar mal entendido, é importante notar que o surgimento de cisto durante a ovulação é algo normal da função ovariana, mas eles devem desaparecer a cada menstruação.

No caso das mulheres que possuem a síndrome dos ovários policísticos, quando esse cisto ocorre ele não desaparece. Isso muda completamente a estrutura dos ovários, aumentando seu tamanho em até três vezes.

Essa anomalia pode fazer com que haja uma liberação de hormônios masculinos em grande quantidade. Além disso, a portadora dos ovários policísticos normalmente possui menos ovulação e sua menstruação é desregulada. Acredita-se que esse tipo de síndrome atinja cerca de 20% das mulheres em fase de ovulação.




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O que causa o problema?

Até o momento não se sabe ao certo o que faz com que uma mulher desenvolva a síndrome dos ovários policísticos. A única coisa clara até o momento é que os fatores genéticos influenciam.

Isso quer dizer que se a mulher tem irmãs ou mãe que tenham experimentado a síndrome, há grande chance de que também tenha o problema. Outra teoria é a de que a doença está ligada ao excesso de produção de insulina no organismo.

Sintomas da síndrome dos ovários policísticos

Normalmente os sintomas dessa síndrome são baixa frequência de ovulação, dificuldade de concepção e ciclo irregular. Segundo especialistas, o problema ainda pode causar o surgimento de doenças cardíacas, obesidade e diabetes tipo 2.

No caso de excesso dos hormônios masculinos é possível notar excesso de pelo nos seios, queixo, baixo-ventre e buço. Além disso, podem surgir cravos e espinhas, ganho de peso, queda de cabelo e manchas de pele, em especial na parte posterior do pescoço e axilas.




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Quando pode surgir a síndrome dos ovários policísticos

A síndrome dos ovários policísticos pode surgir na puberdade e se estender até a menopausa. Por se tratar de uma doença crônica, seu tratamento é sintomático, ou seja, o tratamento é direcionado a minimizar os efeitos do problema.

É importante notar, no entanto, que em cada fase da vida da mulher o tratamento será diferente. Na adolescência, por exemplo, o que causa maior incomodo é o surgimento de pelos, então o tratamento deverá agir de modo a minimizar isso.

Já nos casos de mulheres que pensam em engravidar, a maior preocupação é a menstruação desregulada, o que pode ser indício de uma infertilidade. Enquanto isso, para outras mulheres o aumento de peso é o grande problema.

Diferenças entre cisto no ovário e ovário policístico

A maior diferença do cisto para o ovário policístico é seu tamanho e a quantidade de cistos. Normalmente a síndrome causa de dez a vinte cistos pequenos, com cerca de meio centímetro de diâmetro.




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Por outro lado, o problema conhecido como cisto de ovário consiste em apenas um cisto, mas de tamanho muito maior. Nesse caso ele pode ter de três a dez centímetros. Vale dizer, no entanto, que o cisto pode não ser único quando ocorre uma estimulação no ovário para fertilização assistida, nesses casos podem haver entre cinco de dez grandes cistos.

Não existe risco de ter síndrome do ovário policístico no caso de ter um cisto grande, mas é possível que essa mulher possua alguma alteração no ovário causando a produção de cisto.

Como diagnosticar a síndrome dos ovários policísticos?

Para diagnosticar a síndrome dos ovários policísticos é necessária a realização de uma avaliação completa a fim de descartar qualquer problema com a glândula supra-renal ou a tireoide.




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Por isso, normalmente a realização de um ultrassom não é o suficiente para um diagnóstico preciso da síndrome. Para diagnosticar o que pode causar a menstruação irregular ou as manifestações androgênicas, solicita-se exames diversos.

A lista inclui o de dosagem hormonal de LH, FSH, TSH, estradiol, testosterona total, S-DHE, progesterona e 17-OH. Esses exames devem ser realizados entre o segundo e terceiro dia da menstruação. Também costumam ser realizados exames da glicemia e insulina, além de um ultrassom na área pélvica.

Como é o tratamento da síndrome dos ovários policísticos?

O tratamento, conforme já adiantamos é direcionado aos sintomas. Na prática, portanto, em alguns casos o tratamento é feito com uso de anticoncepcionais hormonais, como o anel vaginal, pílula e implantes para proteção dos ovários. Isso ajuda a evitar o surgimento de microcistos e também diminuir os níveis de insulina e hormônio masculino.

Para mulheres que desejam engravidar o tratamento também é feito com anticoncepcionais hormonais na primeira parte do tratamento. Além disso, para aumentar as chances de engravidar, alguns médicos indicam como tratamento adicional o uso de medicamentos indutores da ovulação.

No caso de mulheres que apresentam um nível alto de insulina, o tratamento e feito para redução da substância. Em caso de gravidez os medicamentos prescritos, podem ser usados pela gestante até a 36ª semana. Todavia, é o médico quem saberá orientar a paciente adequadamente nesse sentido.

Outros tipos de tratamentos

Além de medicações, existem outras formas de tratar a síndrome a fim de controlar seus sintomas. Muitos médicos passam a indicar a suas pacientes, por exemplo, a adoção de uma dieta mais leve.

A orientação sugere alimentos que ajudam no controle dos sintomas, principalmente no caso de mulheres que apresentam obesidade e pele oleosa.

Além de uma boa alimentação, os médicos também recomendam a prática de alguma atividade física, que traz grandes benefícios às mulheres que possuem a síndrome. Por fim, em alguns casos o tratamento também pode ser realizado com cosméticos indicados por dermatologistas.

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