Saúde

Tipos de corrimento vaginal e 8 coisas que podem estar acontecendo

Cuidar de áreas íntimas pode ser tabu para muitas pessoas. Por isso, neste artigo, vamos abordar os principais tipos de corrimento vaginal, uma dessas “imperfeições” que fazem nosso corpo ser perfeito.  Afinal, é normal apresentar um pouco de secreção. O que tira o sono de muitas mulheres são as alterações em seu aspecto e até na quantidade.

Para você dormir de cabeça fria e ficar bem-informada sobre os tipos de corrimento vaginal, primeiro analise se ele está se tornando um corrimento vaginal intenso, se há realmente uma preocupação com a possibilidade de ser infecção ou até mesmo uma doença sexualmente transmissível.

O que é natural e você precisa saber sobre corrimento vaginal.

Antes de entrarmos na detecção de problemas, confira alguns eventos normais quando o assunto é conteúdo vaginal:

  • Corrimentos podem ter odores variados;
  • Aspecto varia caso a caso, de acordo com fases do ciclo menstrual;
  • No fim desse ciclo, o volume é bem maior.

Enfim, relaxe. Todas as mulheres eliminam um pouco de secreção pela vagina!

A base para os cuidados corretos depende muito de uma detecção precoce. Então, fique atenta, inicialmente, quanto à cor do corrimento:

  • Marrom;
  • Transparente;
  • Amarelo;
  • Cinza;

Essas cores e tons podem ser indício de problemas. Mas algumas variações podem ser consideradas naturais do próprio corpo, sem trazer ameaças ou maiores problemas à saúde da mulher. Outras, porém, podem indicar que algo não está funcionando como deveria. Para isso, chegou a hora de aprender mais sobre os tipos de corrimento vaginal.



Conheça os principais sinais

Regularmente, fique atenta a disfunções como essas:

  • Mudanças bruscas de cor;
  • Presença de mau cheiro;
  • Aumento de volume;
  • Umedecimento frequente de roupas íntimas.

É importante você saber: o que indica cada cor de corrimento vaginal?

A cor do corrimento vaginal pode mudar durante os ciclos menstruais, sem que isso seja sinal de problemas. Tire suas dúvidas conferindo, abaixo, os tipos de corrimento vaginal de acordo com a cor da secreção.

  • Marrom: é normal e ocorre no fim do ciclo menstrual;
  • Amarelo: significa possíveis infecções;
  • Branco: de aspecto pastoso, requer atenção. Costuma causar dor e coceira;
  • Cinza: também relacionada a infecções. É causado por bactérias e geram maus odores;
  • Verde: relacionada a diversas infecções. Nesse caso, um médico deve ser consultado;
  • Transparente: geralmente de causa comum, pode significar período fértil.

Depois de todos esses sinais, poderá ficar evidente a presença de problemas. Mas é hora de você também prestar atenção aos principais sintomas de quem pode apresentar algum dos tipos de corrimento vaginal:

  1. Ardência sem razão aparente;
  2. Dores e ardência;
  3. Dores pélvicas;
  4. Coceiras na região íntima;
  5. Dores nas relações sexuais.

Mas o que está causando meu corrimento vaginal?

Tanto para aprender e ainda muito pingo nos “is”. Mas fique tranquila. Na maioria das vezes, certos tipos de corrimento vaginal são ocasionados por alterações no equilíbrio da flora vaginal. Assim como certas bactérias são próprias da vagina, elas mesmas fazem uma autodefesa contra contaminações e contágios.

Desequilíbrio da flora vaginal: o que pode causar esta condição?

  1. Atrofia vaginal, com o ressecamento e afinamento das paredes vaginais;
  2. Relações sexuais sem uso de proteção;
  3. Maus hábitos de higiene;
  4. Condições biológicas, quedas imunológicas e estresse;
  5. Problemas dermatológicos;
  6. Alteração do pH das áreas íntimas;
  7. Agentes infecciosos, como gonorreia,clamídia, HPV e candidíase;
  8. Produtos alergênicos, como sabonetes, xampus, perfumes e tecidos.

Eu estou precisando de ajuda médica?

Depois de ler nosso artigo até aqui, você pode ter detectado a presença de algum dos tipos de corrimento vaginal. Não perca tempo! Procure ajuda médica sempre que perceber alterações no conteúdo vaginal. Agende uma visita com seu ginecologista imediatamente de acordo com os seguintes casos:

  1. Sentir dores durante a urina ou relações sexuais;
  2. Apresentar coceira extrema;
  3. Sentir febre, dores abdominais com um corrimento vaginal;
  4. Estiver grávida e ocorrer corrimento exagerado.

Na consulta médica, dicas valiosas para detectar tipos de corrimento vaginal

Você certamente precisa se consultar com um médico para uma investigação do corrimento. Uma ótima dica é estar bem preparada, levando para a consulta dados e informações que facilitem o diagnóstico e otimizem o tempo de tratamento! Tenha em mãos informações como:

  • Leve suas dúvidas por escrito;
  • Lista com os sintomas e há quanto tempo apareceram;
  • Tenha um histórico médico;
  • Evite usar duchas antes da consulta, para o médico avaliar melhor o corrimento.

E, quando chegar a hora, não tenha vergonha de responder perguntas sobre corrimento vaginal. A honestidade para com você, seu corpo e seu médico certamente irão poupar problemas futuros!

  • Faz sexo sem preservativo?
  • Quando começou?
  • Tem algum odor?
  • Qual a cor?
  • Tem coceiras, dores ou queimação?
  • A menstruação está regular?
  • Está grávida?
  • Faz uso de medicamentos regularmente?
  • Faz ducha íntima ou utiliza produtos de higiene íntima?

Hora da prevenção: é aqui você mostra que cuidar do seu corpo é amar a si mesma!

São muitas as dicas para manter seu corpo saudável e longe de infecções e demais problemas que atingem o sistema biológico feminino. Siga à risca e viva melhor.

  1. Visite seu ginecologista anualmente;
  2. Pratique exercícios físicos regularmente;
  3. Controle os efeitos da diabetes e da hipertensão;
  4. Evite uso abusivo de antibióticos;
  5. Tenha sempre uma dieta equilibrada;
  6. Mantenha sempre bons hábitos de higiene íntima;
  7. Evite bebidas alcoólicas e cigarro;
  8. Não utilize sanitários públicos sem proteção;
  9. Priorize roupas íntimas de algodão, mantendo a área arejada e livre de bactérias e fungos.

Como você conferiu, alguns tipos de corrimento vaginal são normais e outros, sinal de problema. Previna-se apenas seguindo sempre à risca as orientações do seu médico e jamais faça automedicação!

E, sempre que precisar, pode contar com a gente.

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Redação Tudo Ela

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